sábado, 26 de setembro de 2009
Constatação
domingo, 26 de julho de 2009
Conto garrafal
sábado, 4 de julho de 2009
Vamos falar do Fluminense
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Sobre diplomas e decretos
terça-feira, 23 de junho de 2009
Táxis especiais
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Sic – Caindo na armadilha
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Em setembro, nos cinemas, a verdade por trás de Woodstock
terça-feira, 28 de abril de 2009
Igreja Católica se posiciona contra alteração na maioridade penal
Flamengo e Botafogo se enfrentam no próximo fim de semana

quarta-feira, 15 de abril de 2009
FIA libera uso do difusor na temporada 2009
A polêmica sobre os difusores deu a sua última volta na manhã de hoje. Depois de dois dias de discussão, a Corte de Apelação (ICA) da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) definiu que a peça usada pelas equipes Brawn GP, Toyota e Williams não vai contra o regulamento desta temporada. De acordo com a ICA, os argumentos apresentados pela Ferrari, BMW, Red Bull e Renault não foram suficientes para abolir o artefato aerodinâmico, e agora, com o aval da FIA, as outras sete equipes farão alterações em seus carros, para que o difusor seja acrescentado. Com a decisão, as tabelas de resultados permanecem as mesmas. Os dirigentes das escuderias Ferrari e Renault alegavam que, além de infringir as novas regras aerodinâmicas, a vitória (em novembro) da recém-nascida Brawn GP seria certa, com o uso da peça traseira. Ross Brawn, dono da atual campeã do ranking de construtores, retruca que os bons engenheiros souberam encontrar brechas nas normas. Segundo ele, o texto não estava claro e, por isso, redigiu um novo, mais conciso, que não foi aceito pelos demais dirigentes. Mesmo com a liberação do difusor, a Ferrari promete outras mudanças, já que ainda não fez corridas brilhantes. Com todos os carros mais aderentes ao chão, o que se espera é um certo equilíbrio entre as equipes, apesar do favoritismo da Brawn, superiora às outras duas equipes que já correm com o polêmico aparato aerodinâmico. A Renault pretende estrear o dispositivo no GP da China e a RBR promete um novo carro até o GP de Mônaco. Foi dada a largada na corrida pelo difusor.
quinta-feira, 19 de março de 2009
O historiador do futebol
Uma entrevista nada convencional com Roberto Assaf, um apaixonado por tudo que faz, sobre o esporte que mais desperta paixão
De tênis, calça jeans e camisa – o uniforme oficial dos jornalistas esportivos – ele entra na sala de aula, às 17h, 15 minutos antes do combinado e da maioria dos alunos. Com um sonoro e simpático "oi" e um largo sorriso de menino, Assaf se disponibiliza à turma de aspirantes a jornalistas da FACHA, onde leciona. Entre perguntas profissionais e pessoais dos alunos, a que se destaca é do próprio entrevistado. "O que Deus está fazendo aí?", brinca, com ar de seriedade – ou vice-versa – ao ver uma foto de Zico na tela do computador. Por causa do Galinho, Assaf se envolveu em uma briga, em 1978, quando ouviu um comentário sobre seu ídolo. "Já fui mais Zico do que flamenguista", relembra pontuando sua maior catástrofe pessoal, a Copa do Mundo de 78. Na lista de piores partidas, Flamengo 0x1 Peñarol, em 1982, quando o time brasileiro seria bicampeão da Taça Libertadores da América, e Flamengo 0x3 América do México, jogo dado como ganho, que tirou o rubro-negro da Libertadores de 2008. Contrariando os ingênuos que acreditam que jornalista esportivo não tem time, Roberto Assaf é flamenguista de coração por um golpe do destino e um grito de torcida. Assaf cresceu assistindo a treinos do Fluminense com o pai tricolor. Na final carioca de 1963, seu pai o levou ao Maracanã para ver o clássico Fla 0x0 Flu na intenção de comemorarem o título. O resultado garantia a vitória rubro-negra, e a energia da maior torcida do mundo marcou ali sua paixão pelo Flamengo. E justamente a paixão retardou seu ingresso no jornalismo esportivo. Roberto Assaf, nascido em 1° de outubro de 1955 e formado pela FACHA em 1982, começou cobrindo boletins de ocorrência e passou dez anos circulando pelas editorias para "não perder nenhum jogo de futebol cobrindo natação". Depois se rendeu, foi para a editoria das medalhas de ouro e trabalhou em lugares de peso até chegar ao Lance!, onde é colunista. Assaf, que cresceu nos impressos e adora escrever, tem 13 livros publicados, entre eles, "Seleção Brasileira 1914-2006", adotado como livro oficial da CBF. Incontáveis entrevistas, do Sem Censura a TV Lance!, também recheiam seu invejável currículo. Entre um jogo e outro, como um carioca que se preze, não abre mão dos sambas e da cerveja gelada da Marquês de Olinda. Maracanã? Só disfarçado, "você jamais me reconheceria."






